Essa é a minha participação na Blogagem Coletiva que comemora o 3º aniversário do blog Um pouco de mim, da Elaine Gaspareto
Aproveito para parabenizá-la pelo maravilhoso trabalho. Que Deus abençoe muito a sua vida e sua família.
Meu coração ficou muito tocado a participar pelo título. Achei que não daria tempo de preparar. Como a Elaine estendeu o prazo para as publicações até dia 01/10, eu decidi participar.
Então vamos à minha humilde participação.
Há poucos dias atrás, eu acordei muito sensível. Tudo me fazia chorar. E quando isso acontece, é a saudade que aflora dentro de mim.
Fui caminhar e parei pra descansar em cima de um tronco de árvore caído. Comecei a conversar com Deus e chorei muito. Uma das perguntas que fiz a ele foi; onde eu vou colocar esse amor que transborda em meu peito, para quem vou dá-lo? E vocês vão entender o motivo no decorrer do texto.
Eu sou muito carinhosa e gosto de demonstrar meus sentimentos. No convívio familiar sempre foi assim. Sempre fui correspondida pelos meus pais, enquanto era criança, mesmo ao jeito deles. Minha relação com eles e meu irmão é cheia de amor até hoje.
Com minhas filhas e netos não é diferente. Temos uma profunda relação baseada no amor e respeito. Eu falo que "te amo" para eles todas às vezes que nos falamos.
E podemos demonstrar amor com gestos, e não só com palavras.
Não poderia ser de outra forma. Nasci para amar e não para odiar. Foi pra isso que Deus me criou.
E se você não falou ainda para as pessoas à sua volta que as ama. Faça enquanto há tempo.
Só que estou longe de todos há mais de dois anos. Tenho amigos aqui, e sei que posso contar com eles, se precisar. Mas pra chegar ao nível das amizades que deixei no Brasil, vai levar tempo.
Eles são simpáticos e pessoas de muitas qualidades, mas são diferente de nós, falando de sentimento. Pelo menos é o que demonstram. Não sei se nós latinos é que somos sentimentalistas demais.
Não tem como eu não sentir falta de dar e receber amor e carinho. Claro que a internet encurta distâncias, mas e o calor humano? O abraço, o toque, o olhar?
Amo profundamente como filha, sobrinha, prima, tia, irmã, avó, mãe e amiga. E o amor humano?
Eu tentei mostrar esse tipo de amor também, mas acho que ninguém me vê. Será que esse grande amor que trago no meu peito, é invisível? Não posso deixar de questionar Deus. E se estiver errada, que ele me perdoe, ou tire isso de dentro de mim.
Há amor em mim Senhor! Pra quem devo dar? Mostra-me!
Meu Deus te amo profundamente! Ai de mim se não fosse o seu amor em minha vida!
Humano Amor de Deus. Pe Fábio de Melo.













